segunda-feira, 19 de março de 2012

1a Conferência Virtual: chats terão início nesta segunda

Ferramenta permitirá troca de ideias em tempo real sobre os quatro eixos da 1a Consocial

Os chats da 1a Conferência Virtual sobre Transparência e Controle Social começam nesta segunda-feira (19), no Portal E-democracia, da Câmara dos Deputados. Hoje os bate-papos serão às 13h, com o tema Lei de Acesso à Informação e, às 19h, com debates sobre Controle Social e Participação Popular na Gestão Pública, com a mediação do gerente do W3C Escritório Brasil, Vagner Diniz, e da representante da Força Sindical, Ruth Coelho Monteiro, respectivamente.

O objetivo desta etapa, uma das preparatórias para a Conferência Nacional, é ampliar e potencializar ainda mais a participação da sociedade nas discussões sobre transparência e controle social no Brasil.

Os interessados devem se cadastrar no portal E-democracia, por meio do link edemocracia.camara.gov.br, informando o nome completo, e-mail e o estado onde mora. Ao acessar o portal, basta entrar na comunidade da 1a Consocial e clicar na sala de bate-papo aberta.

Serão quatro chats, um para cada Eixo Temático da 1a Consocial, nos quais, em meia hora, todos poderão se informar, discutir, opinar e tirar dúvidas com especialistas sobre cada um dos Eixos Temáticos.

Segundo a Coordenadora da Conferência Virtual, Soraia Mello, “a proposta é criar um ambiente participativo, cooperativo, solidário, marcado pelo cuidado com o outro e respeito às diferenças”, explica. Para facilitar o entendimento e a compreensão dos assuntos tratados, os chatsterão sempre uma linguagem simples, clara e direta, privilegiando o uso de frases curtas, sem termos acadêmicos ou técnicos.

Quem quiser interagir em todos os debates, precisa ficar atento aos horários. Amanhã, dia 20 de março, acontecerão mais dois chats. O primeiro será com Pedro Pontual, da Secretaria Geral da Presidência da República (das 13h às 13h30), que falará sobre Controle Social por meio dos Conselhos de Políticas Públicas; o outro, com Jovita Rosa, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (das 19h às 19h30), que debaterá sobre combate à corrupção e Lei da Ficha Limpa.

Além dos chats agendados, também estará disponível no ambiente do E-democracia uma sala de bate-papo permanente, onde todos podem debater sem a intermediação de tutores. A Consocial Virtual também contará com fóruns de discussão mediados por especialistas, nos quais os participantes poderão: abrir tópicos, fazer comentários, apoiar uma ideia e ainda visualizar facilmente as propostas/diretrizes criadas por meio de um mural. O ambiente virtual foi criado para permitir que pessoas de diferentes partes do País e até brasileiros residentes no exterior discutam os Eixos Temáticos da Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social.

Conferência Virtual

A Conferência Virtual sobre Transparência e Controle Social será realizada entre os dias 19 de março a 8 de abril de 2012. Essa etapa está organizada em dois momentos. O primeiro, para discussão e elaboração de propostas, vai acontecer de 19 de março a 1o de abril. No segundo, de 2 a 8 de abril, serão priorizadas as consideradas mais relevantes. Desta etapa, sairão 20 propostas/diretrizes mais pontuadas em cada Eixo Temático, 80 no total, que serão incorporadas ao Caderno de Propostas a ser debatido durante a Etapa Nacional, que ocorrerá em maio, em Brasília.

RS: Governo assina dia 20/03 manutenção das cotas raciais em concursos estaduais

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Parecer afirma que intenção é buscar a "igualdade de oportunidades"

O governo do Estado manterá as cotas raciais em concursos públicos estaduais. O Chefe do Executivo, Tarso Genro, assina a manutenção do processo, embasado no parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE), nesta terça-feira, 20, às 14h30, no Salão Alberto Pasqualini.
O parecer destaca que "a política de cota tem, dentre outras finalidades, a busca de igualdade de oportunidades e da efetivação do princípio da igualdade material. O procurador-geral do Estado, Carlos Henrique Kaipper, afirma que "a implementação de políticas de cotas encontra amparo tanto constitucional quanto legal e se constitui em instrumento legítimo na busca da eliminação das discriminações e da redução das desigualdades de recorte racial".
O presidente da Comissão de Direitos Humanos da PGE, Carlos Cesar D"Elia, esclarece que o parecer vem dar efetividade àquele princípio constitucional, bem como reforçar as leis já existentes, Lei Federal 12.288/2010 e Lei Estadual 13.694/2011.
Ainda conforme o texto, "a política de cotas para reserva de vagas de acesso aos cargos públicos da Administração Estadual, para que o respeito ao princípio da proporcionalidade seja preservado, deve fixar percentual proporcional à composição étnico-racial da população, conforme os percentuais verificados pelos Censos ou outros dados estatísticos cientificamente embasados e demonstrados, podendo assim variar conforme a proporcionalidade das cotas no serviço público em relação à composição racial da população e conforme os patamares de igualdade forem sendo consolidados".
Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Weissheimer: Essas lésbicas são terríveis!

 Fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico e seus porta-vozes: se a decisão pela retirada dos crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ou o fato dela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.
por Marco Aurélio Weissheimer, em Carta Maior
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É notável a quantidade de falácias e preconceitos que vêm sendo esgrimidos em público contra a decisão de retirar os crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Olhando para alguns dos artigos publicados recentemente, especialmente no jornal Zero Hora, fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico gaúcho e seus porta-vozes mais ou menos envergonhados: se a decisão pela retirada dos crucifixos ou o fato dela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.

O ex-senador Paulo Brossard não escondeu seu, digamos, desconforto. Em artigo intitulado Tempos Apolípticos (ZH – 12/03/2012), Brossard critica a decisão "atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária". No artigo, isso é dito logo após o ex-senador revelar que a filha, Magda, advertiu-o de que "estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta".
A única associação feita no artigo ao Apocalipse é com a iniciativa desta "opção sexual minoritária". No final, Brossard "confessa" surpresa com "a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa" e pergunta se a mesma entidade vai propor "a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro".
Como jurista, Brossard deveria saber que o princípio da separação entre Estado e Igreja não implica, absolutamente, "a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro". Aqui, o preconceito e a falácia andam de mãos dadas (como aliás, costuma acontecer). O que mais essas lésbicas vão querer agora? Demolir o Cristo Redentor? Acabar com o Natal?
A mesma dobradinha entre falácia e preconceito é exibida no artigo O crucificado, do jornalista Flávio Tavares (ZH – 18/03/2012), que também questiona a motivação das lésbicas e mesmo a legitimidade de sua organização, advertindo para perigos futuros. Tavares sugere que pode ser tudo ressentimento: "Desejarão as lésbicas repetir a intolerância de que foram vítimas?" – escreve, questionando se a liga que as representa não "é mero papel timbrado, como tantas no Brasil?" E adverte para os riscos de acabarem com o Natal e os feriados religiosos.
"Dizer que somos um Estado laico que não admite símbolos religiosos é falso e inadmissível. A ser assim, teríamos de terminar com o Natal e os feriados religiosos que pululam pelo calendário".
Ao contrário de Brossard, o jornalista ainda poderia merecer o desconto de seu evidente desconhecimento a respeito do teor do princípio de separação entre Estado e Igreja, que não proíbe o uso de símbolos religiosos ou a prática de manifestações religiosas pelas pessoas.
Ao contrário do que o jornalista e o jurista dizem, a proibição de símbolos religiosos em repartições públicas não é uma medida intolerante que desrespeita a liberdade de culto. É exatamente o contrário. No caso brasileiro, como a Igreja católica não é a religião oficial do Estado (como nenhuma outra o é, aliás), como existem outras religiões no país, e como vale aqui o princípio da liberdade de culto, o Estado e suas instituições, como o Judiciário, deve se manter equidistante das preferências religiosas particulares de seus cidadãos e cidadãs.
O Estado laico ou secular foi inventado, entre outras coisas, para garantir e proteger a liberdade religiosa de cada cidadão, inclusive a liberdade de não ter religião. A ideia é evitar que alguma religião em particular exerça controle ou interfira em questões políticas.
Todos os doutos juristas que vêm se manifestando a respeito do tema sabem disso, obviamente, ou deveriam saber, ao menos. A invenção do Estado laico foi regada com muito sangue e injustiça. Muito sangue, aliás, derramado pela própria Igreja Católica, que torturou e queimou milhares de pessoas na fogueira. Se há juristas interessados em ostentar em suas salas um símbolo de injustiça, poderiam, por exemplo, colocar na parede um retrato de Giordano Bruno, submetido a um "julgamento ultrajante", brutalmente torturado e mutilado antes de ser queimado na fogueira.
A religião do Estado republicano é a Constituição. É para isso, entre outras coisas, que foi criada essa coisa chamada República. Nem sempre foi assim. Chegou-se a isso após muito sangue, injustiça e intolerância. A República é tolerante e generosa com a diferença. Ela não exige, por exemplo, que os templos religiosos coloquem uma Constituição na parede.
Mas tem gente com medo do iminente apocalipse que se aproxima. Esses dias terríveis onde as lésbicas – essa "opção sexual minoritária", como diz Brossard – têm o poder de influir no que ocorre no interior dos tribunais. Como bom católico que é, Brossard foi pedir ajuda ao guardião da fé Dom Dadeus Grings, um ferrenho crítico dos direitos dos homossexuais e um revisionista do Holocausto. O diálogo pode ter sido mais ou menos assim: "Antigamente não se falava em homossexual", reclamou, saudoso, Dom Dadeus a Brossard. "Minha filha Magda disse que é o Apocalipse", respondeu o ex-ministro do STF...Pausa para um sinal da cruz.
Essas lésbicas são terríveis. Só falta elas pedirem agora o fim da isenção de impostos para as igrejas. É o fim dos tempos...

Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior

Violência e má qualidade de vida favorecem transtornos mentais, aponta pesquisa

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Doenças são indicativos dos problemas sociais enfrentados pela população da periferia

A violência urbana e a falta de qualidade de vida favorecem o desenvolvimento de transtornos mentais na população, segundo a coordenadora do Núcleo Epidemiológico da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Laura Helena Andrade. Para a pesquisadora, esses fatores são responsáveis pela prevalência de problemas como a ansiedade, depressão e uso de drogas em cerca de 30% dos paulistanos. O dado faz parte de uma pesquisa feita em consórcio com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Universidade de Harvard, publicada no mês passado.
O estudo conseguiu identificar grupos mais vulneráveis a esses transtornos, como os migrantes que moram nas regiões pobres da cidade. "A gente vê que os homens migrantes que vão para essas regiões têm mais risco de desenvolver quadros ansiosos, do que os que migram para as regiões com melhor condição", ressaltou. "As mulheres que vivem nessas regiões mais remotas, que são chefes de família, têm mais risco de quadros ansiosos e quadros de controle de impulso", completou.
As condições de vida dessa população fazem com que o Brasil tenha um número maior de afetados, cerca de 10%, do que outros países que participaram do estudo, além de uma ocorrência maior de casos moderados e graves. "Em segundo lugar vem os Estados Unidos, com menos de 7%, e em outros países é menos de 5%", disse a pesquisadora.
Para Laura Andrade, as doenças são indicativos dos problemas sociais enfrentados pela população da periferia da capital paulista. "Essas pessoas que estão vindo para São Paulo, estão vindo para regiões mais violentas, estão mais expostas à violência. Então, acho que [elas] precisariam realmente ter políticas habitacionais. Tem que melhorar a qualidade de vida das pessoas. Melhorar a escolaridade, o ambiente onde elas vivem", declarou.
Fonte: Agência Brasil

Turista russa chama policial de macaco e acaba presa na zona sul do Rio

Mulher foi levada para a Delegacia de Atendimento ao Turista
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Policiais do Batalhão de Botafogo (2º BPM) prenderam neste domingo (18) uma turista russa suspeita de cometer racismo.

Segundo os agentes, a mulher se envolveu em uma confusão com funcionários de um supermercado na rua do Catete, na Glória, zona sul do Rio. Um policial que passava pelo local tentou conter o tumulto e foi chamado pela turista de "macaco".
Ela recebeu voz de prisão e foi levada para a Deat (Delegacia de Atendimento ao Turista), onde foi registrada a ocorrência.
Fonte: R7

Cinthya Raquel: Como aplicar base - pele negra

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Muita gente pergunta da preparação da pele, do primer, da base, do corretivo. Hoje fiz um vídeo bem basicão de aplicação de base. No dia a dia eu não costumo usar base, só corretivo nas olheiras e manchas, eu me sinto confortável desse jeito, e se a sua pele tem só uma ou outra mancha você deveria tentar, dar um descanso pra sua pele. Eu sinto que usando base só em ocasiões especiais, a minha pele respira melhor

Maquiagem para pele negra de tonalidades diferentes

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por Júlia Rezende

Muitas meninas negras e morenas reclamam das dificuldades e têm muitas dúvidas sobre como usar a maquiagem da maneira correta, sobre quais tons de sombra, base e pó devem comprar e várias coisas do tipo. O post de hoje é direcionado a elas, que nem sempre acham tantas informações a respeito disso.




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Antigamente, quando se usava base e pó, a pele ficava acinzentada, ou até muito preta. Os produtos utilizados não eram adequados para esse tipo de pele. Entretando, nos dias de hoje, já temos um leque de opções bem mais aberto para essas mulheres. Como a pele branca, a negra requer os mesmos cuidados com a limpeza, tonificação e hidratação.

Uma das coisas que mais traz problemas para morenas escuras e negras é a escolha dos produtos corretos. A base e o pó, por exemplo, nem sempre são encontrados tão rápido. A melhor coisa é ter sempre esses produtos na cor exata da sua pele, um mais escuro e outro mais claro. Os dois últimos são mais essenciais ainda enquanto você não achar um do seu tom exato. A mistura é sempre boa, às vezes nos fazendo encontrar melhor o nosso tom do que em um único produto (isso vale pra todo mundo, não só negras, ok?). Na hora de comprar um produto, não testem nas mãos, ou no antebraço. O certo e melhor a se fazer é testar no rosto, não tendo erro depois.




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Atenção especial na hora de corrigir imperfeições com o corretivo! Não queremos que fiquem acinzentadas como antigamente, por isso, fujam dos corretivos super claros e com fundo branco. Além disso, se o produto for muito claro só destacará mais o que você tenta esconder. O indicado é procurar um corretivo bege escuro, mas é claro que isso vai variar de pessoa por pessoa, por isso, novamente indico o teste antes da compra.
Na hora do blush, as cores ideais são marrom-escuro, berinjela, vinho e terracota. Entretanto, as tonalidades de rosa podem sim ser usadas, principalmente as escuras. Ousar sempre é bom, só é ter bom senso! (risos)
Não se prenda às cores convencionais de sombra e batom. Se dizem que para os olhos a "zona de segurança" são cores quentes como o bronze, marrom, laranja e dourado, as negras também podem, e devem investir nas cores frias (azul, roxo, verde e pink). As sombras prata e cinza são uma ótima alternativa para eventos noturnos. Mas nos lábios, enquanto usa essas sombras, prefira cores cor de boca para não "esfriar" muito o look. Além de pratas e cinzas, as cores lilás, azul e verde são uma opção maravilhosa para realçar os olhos.
Na boca, aposte nos batons de tonalidades de amora, ameixa, vinho, café, chocolate, beges nude ou gloss transparentes, tudo dependendo do efeito que você quer. Essas são dicas pra não errar, mas se você qur ousar, sim, você pode acertar com cores fora do padrão!