quinta-feira, 21 de março de 2013

'Existe uma mentalidade racista ainda muito aprofundada no nosso país'


Douglas Belchior, ativista do movimento negro, fala sobre as fotos racistas tiradas durante o trote aos calouros de Direito da UFMG
Por Felipe Rousselet
Douglas-belchior
durante o trote aos calouros do curso de Direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) causaram uma imensa repercussão negativa nas redes sociais.
Uma das fotografias exibe uma caloura caracterizada como uma negra acorrentada a um jovem branco, com uma placa com os dizeres “Caloura Chica da Silva”; e a outra mostra um calouro amarrado a uma pilastra enquanto quadro rapazes posam fazendo uma saudação nazista.
De acordo com a vice-reitora da UFMG, Rocksane de Carvalho Norton, a universidade tomou conhecimento das fotos e irá punir os responsáveis pelas mesmas. “A direção da Faculdade de Direito vai iniciar um processo de apuração dos fatos e ficar responsável pela aplicação das penalidades que sejam cabíveis ao caso”, disse em entrevista ao portal G1.
A reportagem da revista Fórum ouviu o ativista do movimento negro e membro da Uneafro (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora), Douglas Belchior, que falou sobre o trote da UFMG, abordando o racismo no Brasil, a política de cotas e a eleição do deputado Marco Feliciano (PSC) para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Como você avalia as polêmicas fotos tiradas durante o trote do curso de direito da UFMG?
Douglas Belchior - Apesar dos avanços que a gente tem, eles são pequenos diante do desafio do combate ao racismo, porque a sociedade brasileira é racista. Existe uma mentalidade racista ainda muito aprofundada no nosso país.
Com esse tipo de ação, a cada ano, a cada trote, percebemos um outro momento de exposição desse sentimento. Se, por exemplo, em programas matutinos, em programas de comédia, cotidianamente a gente tem a exposição da figura negra fazendo papel de ridículo, ou sendo menosprezada, ou sendo objeto de chacota e motivo de risos, imagina o que acontece em espaços mais conservadores como esse.
Na verdade, é mais uma demonstração do quanto a gente precisa combater o racismo enquanto mentalidade e enquanto valores na nossa sociedade. E não é só por meio de políticas públicas, que são importantes, mas fundamentalmente com a eleição desse tema como algo prioritário para a formação de um novo homem e de uma nova mulher.
Precisamos trabalhar isso na mentalidade. Afinal, foram 388 anos de escravidão e mais 125 anos em que o povo negro tem sua cidadania negada e continua no mesmo espaço social que sempre viveu desde o início da história oficial do Brasil. Existe uma permanência e esse tipo de episódio revela isso.
Algumas pessoas que se manifestaram sobre as fotos nas redes sociais afirmaram que se tratava de uma brincadeira e que não seria um ato de racismo. Como você analisa este tipo de afirmação?
Douglas Belchior - É uma outra característica do racismo brasileiro, que é o viés da graça, da risada, o viés do engraçado. Não só em relação ao racismo, mas com um carácter de chacota, uma dimensão das opressões que vivemos no Brasil. A formulação de piadas racistas, de termos, de situações, a reprodução disso nos espaços da cultura popular, da comédia.
Não só em relação aos negros, mas também em relação à mulher, que continua sendo tida como aquela que “nasceu para trabalhar na cozinha” ou “precisa contar só até seis, porque não existe fogão de sete bocas”. Ou ainda o uso do elemento da homofobia como objeto para riso. É um subterfúgio, uma forma de diminuir o impacto da opressão, colocar como uma brincadeira, algo menor. Como se fosse parte da nossa cultura menosprezar essa população.
Isso reafirma o racismo. A cultura brasileira se criou de maneira a negar o racismo que é explícito nas relações cordeais e nessas relações do riso, da graça.
Esse foi o primeiro ano em que a UFMG adotou o sistema de cotas no seu vestibular, reservando 13,62% das vagas para cotistas.  Você acredita que a ampliação da política de cotas evitaria que episódios como este se repitam?
Douglas Belchior - Não me recordo agora qual a população de negros no estado de Minas Gerais, mas desconfio que seja maior que esses 13,62% que você está me falando. A reivindicação que o movimento negro faz em relação às cotas é a reserva de vagas proporcional ao percentual da presença negra no estado. Não há dúvidas de que se o sistema de cotas garantisse maior oportunidade motivaria mas negros a fazê-lo.
Aquele velho debate: cotas é apenas uma política reformista, compensatória, ou tem um papel histórico no processo. Nós achamos que as cotas têm um papel histórico no processo de tomada de consciência, no processo de combate ao racismo, da mentalidade racial brasileira.
Veja só, um negro dentro desta universidade [UFMG], garante uma reação negativa a este tipo de acontecimento. A presença negra pode gerar uma reação diferente de quando não existe um negro ali, uma reação diferente daquela provocada entre os que são solidários. Não tenho dúvida nenhuma que o sistema de cotas, colocando os negros em espaços sociais onde ele nunca esteve, aumenta nossa chance de reação e exposição desse tipo de situação.
Você tem vários exemplos de que negros, quando estudam e chegam a ser doutores, advogados, médicos, suportam muito menos a opressão racial e denunciam mais. O sistema de cotas, portanto, é um propulsor de denúncias contra o racismo.
É disso que a gente precisa. O Brasil precisa deixar de ser o país do racismo velado e passar a ser o país, ao menos, do racismo reconhecido. É só reconhecendo a doença que nós podemos tratá-la. E cotas é um passo neste sentido.
Quais outras medidas poderiam evitar tais manifestações racistas?
Douglas Belchior - Existe uma medida muito importante, fundamental, a lei 10639/03, de 2003, que fez dez anos agora. As políticas reparatórias de compensação são importantes, mas existem políticas estruturantes, que mexem com a mentalidade a médio e longo prazo.
Você imagina que o garoto que está naquela foto não deve ter mais que 20 anos, pelo menos essa foi a minha impressão. Portanto, há dez anos ele estava no ensino fundamental. Imagina se este menino, desde os 10 anos de idade, tivesse sido atendido por uma política educacional que promovesse a diversidade, que ensinasse os valores do povo negro, a sua cultura, e a importância disso tudo para a formação do Brasil, com certeza a sua mentalidade seria diferente do que é hoje.
Se a escola valorizasse a diversidade e aplicasse a lei 10639/03, que institui a obrigatoriedade do ensino da história da África, dos africanos, da sua cultura, e da sua importância para a formação do país. Certamente, esse menino teria outra postura na sociedade. Portanto, a lei 10.639/03 possui uma papel fundamental na estrutura, na estruturação das relações sociais no Brasil.
Coincidentemente, essa lei avançou nos últimos dez anos, mesmo período em que as políticas de cotas avançaram, apesar de todo barulho. A gente avalia que o sistema de cotas é o “mal menor” que a burguesia vê. A lei 10639/03, que estrutura a educação em uma leitura que valoriza a diversidade, com certeza traz muito mais prejuízos aos racistas e à burguesia brasileira.
Como estamos falando de violações de direitos humanos, neste caso o racismo, como o movimento negro avalia a eleição do deputado Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados?
Douglas Belchior - A gente percebe um avanço e algumas vitórias dos movimentos sociais, dos movimentos de luta pelos direitos das mulheres e contra o racismo nestes últimos anos. Houve algum avanço no sentido de leis, por mais que não sejam aplicadas como gostaríamos e ainda não gerem os resultados que esperamos, mas são avanços importantes que provocam uma reação muito raivosa, muito poderosa. Isso tem de ser considerado. À medida que temos mais espaços para gritar e exigir nossos direitos, também a reação dos racistas, dos homofóbicos e machistas tendem a ganhar força
A eleição do Feliciano é, sem dúvida nenhuma, um sinal desse avanço dos setores conservadores, ocupando esses espaços e visando que novos avanços aconteçam. Com certeza isso tem de ser considerado, mas é também um recuo das forças progressistas, no caso, o PT e o PC do B, que abriram mão deste espaço. Abdicaram com a leitura de que setores da economia, ou do agronegócio, seriam mais estratégicos do que esse.
Sem dúvida nenhuma essa eleição é uma reação à luta dos movimentos por parte dos conservadores e, por outro lado, a nossa representação progressista tem recuado. Não existe desculpa para o PT e o PC do B terem aberto mão deste espaço. Não existe lugar vazio na política e os caras ocuparam este espaço.


Acusado de racismo, maquiador de Ronaldo Fraga se desculpa


Desfile da coleção do estilista colocou modelos com palha de aço na cabeça, como se fossem cabelos de pessoas negras. Maquiador Marcos Costa lamentou confusão

São Paulo – O que era para ser uma homenagem ao povo negro em um desfile de moda se transformou em polêmica, com direito a acusação de racismo, nas redes sociais. A coleção criada por Ronaldo Fraga, mostrada no segundo dia da São Paulo Fashion Week, levou modelos (brancas e negras) ornadas com palha de aço na cabeça, em uma representação do que é comumente chamado de cabelo “ruim” ou “cabelo Bom Bril”.
O estilista e o maquiador Marcos Costa, que tiveram a ideia, desejavam mostrar que os fios crespos não precisam ser alisados para serem bonitos. Mas a interpretação de muita gente não foi essa. Tanto que, diante das críticas, Costa se manifestou em sua página no Facebook. “Nunca foi minha intenção ou de Ronaldo Fraga ofender ou discriminar quem quer que seja. A ideia para o look do desfile era ressaltar a beleza de cabelos que podem ser moldados como esculturas, não importando o fato de serem crespos”, afirmou.
Ele disse ainda que, em sua carreira, nunca mostrou ser preconceituoso. Ao contrário, fez diversos ensaios com modelos afrodescendentes. A página feminista “Moça, você é machista” na rede social foi uma das que se voltaram contra a produção. Em um post, foi dito que, em vez de usar Bom Bril, eles deveriam ter colocado modelos negras com “seus lindos cabelos”.
Além disso, as responsáveis pela página declararam que “colocar palha de aço na cabeça de um monte de mulher é humilhação. O cabelo afro não é problema pra muita gente, mas para muitas outras pessoas ainda é! É uma questão de identidade muito forte”.
Apesar das acusações, a equipe do desfile também teve defensores. Um deles foi o atorAlexandre Nero, que, em seu perfil no Twitter, afirmou “agora o gado acusa Ronaldo Fraga de racismo. Por causa de palha de aço eles ignoram o passado e a obra do cara. Ah, para que eu quero descer”.
Leia abaixo o pedido de desculpas de Marcos Costa na íntegra.
“Nunca foi minha intenção ou de Ronaldo Fraga ofender ou discriminar quem quer que seja. A ideia para o look do desfile era ressaltar a beleza de cabelos que podem ser moldados como esculturas, não importando o fato de serem crespos. Depois de testarmos alguns materiais, o Ronaldo Fraga sugeriu a palha de aço. Foi também uma forma de subverter um preconceito enraizado na cultura brasileira. Por que o negro tem de alisar seus fios? Eles são lindos!
Quem acompanha minha carreira, mesmo que seja apenas aqui pelo blog, pode se lembrar de vários ensaios com belíssimas mulheres negras – sejam modelos, famosas ou anônimas. Inclusive no meu livro "Eu Amo Maquiagem" (2006), são modelos negras que abrem e fecham a publicação, ocupando lugar de destaque que acredito ser coerente com a incrível miscigenação racial que há no nosso país.
O racismo diário e invisível
"O susposto cabelo ruim é na verdade uma escultura em potencial". Cabelo bombril: penteado feito com palha de aço é aposta inusitada da Vogue

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Fonte: Exame



Homem coloca fogo em mulher grávida de oito meses em Osasco


Vizinhos disseram que ela era vítima constante das agressões do marido; ele foi preso.

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Um homem colocou fogo na própria mulher, grávida de oito meses, na manhã desta terça-feira (19), em Osasco, na Grande São Paulo. A dona de casa, de 29 anos, estava dormindo quando foi atacada. O vendedor ambulante jogou álcool nas costas dela e colocou fogo.
Os vizinhos falaram que a mulher era vítima constante das agressões do marido, de 27 anos. A vítima sofreu queimaduras em 70% do corpo. O estado de saúde dela inspira cuidados.
O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. O caso foi registrado no 6º Distrito Policial de Osasco.
 
Fonte: R7 

21 de março - Dia internacional pela eliminação da discriminação racial


Núcleo IFARADÁ promove evento no Dia Internacional da Igualdade Racial


O Núcleo IFARADÁ promove hoje, dia 21 de março, duas mesas redondas e uma atividade cultural em alusão ao Dia Internacional da Igualdade Racial.

A primeira mesa redonda tem início às 10 horas, com debate sobre o patrimônio imaterial e propriedade intelectual de comunidades quilombolas, e conta com a presença das Professoras Maria Sueli Rodrigues de Sousa (Departamento de Ciências Jurídicas/UFPI) e Rebeca Hennemann Vergara de Souza ( UESPI/Campo Maior).
A segunda mesa, às 16 horas, conta com duas comunicações, uma versando sobre lusofonia e igualdade racial, e outra sobre francofonia e igualdade racial, ambas proferidas por Professores do Departameto de Letras/UFPI. Em seguida, às 18 horas, as comemorações pelo Dia Internacional da Igualdade Racial serão prosseguidas com uma atividade cultural na Praça de Filosofia, realizada pela equipe da Atividade de Extensão Clube do Vinil e o coletivo de poesia Extintor de Palavras.
As atividades se encerram com uma edição especial do Programa Clube do Vinil dedicada à obra de Bob Marley and The Wailers, a ser transmitida pela FM Universirária (96,7) e pelo sítio www.alcionecorrea.com  às 21 horas. 
Confira o Folder do Evento.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Grupos fazem ato para incluir história dos negros nas escolas. Lei 10.639, sancionada há 10 anos pelo presidente Lula, garante que conteúdos sobre afro-brasileiros seja ensinado.


Dezenas de pessoas estão reunidas na manhã desta quarta-feira (9) na sede da Secretaria Estadual de Educação para lembrar os dez anos da sanção da lei 10.639 que reza sobre o ensino de conteúdos referente à cultura afro-brasileira nas escolas de todo o país. Eles levaram um bolo com as cores da unidade africana e querem que a Seduc tenha mais empenho na disseminação dos assuntos ligados aos negros nas unidades escolares do Piauí.

Evelin Santos/CidadeVerde.com



A manifestação foi marcada ainda por manifestações culturais de música e dança, atraindo a atenção de funcionários e populares. Movimento semelhante acontece em todo o Brasil. 


Tamires dos Santos, membro do grupo Afoxá, descreve que os ativistas querem marcar uma audiência com o secretário Átila Lira a fim de que ele se comprometa com a causa. “É preciso retratar e contar a história do povo negro. Nas escolas fala-se pouco sobre esse tema e às vezes falam mal. A lei assegura que a riqueza cultural da nossa população seja mais conhecida”, pontua.


De acordo com Artenildes Silva, do grupo Afoxá, o texto da lei prevê a implementação de conteúdos didáticos relativos à cultura afro-brasileira dentro de disciplinas como História, Artes, Língua Portuguesa e Literatura. Ela acredita que a iniciativa poderá ajudar a diminuir o racismo e fazer com que os jovens negros se reconheçam como tal e tenham orgulho de serem afro-brasileiros. 


Carlos Lustosa Filho
redacao@cidadeverde.com

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Convite para apresentação de propostas para a A Fundação Interamericana (IAF)


A Fundação Interamericana (IAF) faz um convite para apresentação de propostas para seu programa de doações.
A IAF financia iniciativas de autoajuda de grupos de base e para organizações não-governamentais que os apoiam para promover o desenvolvimento econômico, melhorar as condições de vida e incentivar a participação de pessoas desfavorecidas e excluídas na vida da respectiva comunidade. A IAF não identifica problemas nem sugere projetos; ao contrário, responde a iniciativas apresentadas. Os projetos são selecionados para financiamento por seus méritos e não por setor.
IMPORTANTE: A IAF apoia somente projetos na América Latina e no Caribe.
As propostas podem ser apresentadas durante todo o ano e serão analisadas à medida que forem recebidas. Todas as apresentações devem conformar-me às diretrizes aqui indicadas.
Critérios
A IAF procura o seguinte em uma proposta que financia:
  • soluções inovadoras para problemas de desenvolvimento;
  • uso criativo dos recursos comunitários;
  • uma gama diversa de vozes da comunidade no desenvolvimento e execução do projeto;
  • participação substancial dos beneficiários no seguinte:
    • identificação do problema abordado;
    • o método escolhido para resolvê-lo;
    • a formulação do projeto; e
    • a gestão e avaliação de atividades.
  • parcerias com o governo local, comunidade empresarial e outras organizações da sociedade civil;
  • potencial para fortalecer todas as organizações participantes e suas parcerias;
  • viabilidade;
  • indicação de sustentabilidade;
  • contribuições de contrapartida do proponente, dos beneficiários e de outras fontes;
  • potencial para gerar aprendizagem;
  • resultados mensuráveis;
  • comprovação da capacidade melhorada de autogvernança.
Os seguintes casos não se qualificam a receber doações da IAF:
  • propostas apresentadas ou enviadas por órgãos públicos;
  • propostas de indivíduos;
  • propostas apresentadas ou enviadas por entidades fora do país no qual o projeto está localizado;
  • propostas de grupos que não contribuem com recursos financeiros ou em espécie para as atividades propostas.
  • propostas associadas com partidos políticos ou movimentos partidários;
  • atividades puramente religiosas ou sectárias;
  • pesquisa pura;
  • projetos de bem-estar de qualquer espécie, instituições de caridade ou propostas unicamente para projetos de construção e/ou equipamento;
  • pedidos de doações inferiores a US$25.000 ou superiores a US$400.000;
  • projetos cujo objetivo não seja incentivar a capacidade compartilhada dos beneficiários para a auto-ajuda.
A IAF aceita propostas de doação em espanhol, português, inglês, francês ou crioulo haitiano durante todo o ano.

As propostas podem ser enviadas por correio diretamente a Inter-American Foundation, Program Office. A IAF não aceita propostas enviadas por fax.

As propostas também podem ser enviadas por correio eletrônico a: proposals@iaf.gov. As propostas enviadas por correio eletrônico deverão incluir o nome do país na linha de “Assunto” do correio eletrônico.

Nota: A caixa postal de propostas enviará uma resposta automática quando receber o correio eletrônico com sua proposta. Se não receber esta resposta automática, favor revisar sua caixa postal de correios não solicitados ou "spam". Se não encontrar a resposta automática nessas pastas, favor escrever a inquiries@iaf.gov para receber uma confirmação.

A avaliação inicial de propostas demora cinco meses, e um pequeno número de propostas serão analisadas em mais detalhe mediante visitas locais. A IAF notificará os proponentes que já não estejam sendo considerados. A avaliação das propostas ganhadoras pode durar até 12 meses, dependendo da complexidade do projeto e do número de visitas que se façam necessárias.
Favor contatar o Representante da IAF para seu país se tiver qualquer pergunta, o escreva ainquiries@iaf.gov. 
Formatos

O formulário de solicitação da IAF tem três partes necessárias:

Parte 1: Capa. Deve ser preenchida com a informação requerida.
Parte 2: Narrativa. As respostas às perguntas não podem ultrapassar 10 páginas em espaço duplo com letra corpo 12.
Parte 3: Orçamento. Seguir o modelo.

IMPORTANTE: As propostas que ultrapassarem os parâmetros acima serão rejeitadas. A não-apresentação de todo o material requerido resultará em desqualificação. Não incluir anexos.

Clicar aqui para fazer o download de o formulário para apresentação em formato Word e osumário de convite.