segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Principais agressores de homossexuais são da própria família
Principais agressores de homossexuais são da própria família
Estudo analisou quase sete mil denúncias de violência física e psicológica. Os casos foram registrados principalmente pelo Disque 100, um serviço de denúncias contra violações dos direitos humanos.
Uma pesquisa sobre homofobia no Brasil revela: os principais agressores dos homossexuais são da própria família. O Fantástico abriu uma linha especial pra ouvir essas histórias.
"Violência física, discriminação, humilhação e ameaça. Meus dois irmãos também não aceitam, não falam comigo. Eles falam que eu tenho uma doença".
O relato é de um jovem que tem medo e prefere não mostrar o rosto. Ele descreve o tipo mais comum de agressões a homossexuais no Brasil. Segundo um relatório pioneiro da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, os principais agressores são da própria família.
"É como se eu morasse em casa, mas fosse um estranho. Eu me sinto um estranho hoje. Eu não me sinto um membro da família", diz.
A amostra é grande: o estudo analisou quase sete mil denúncias de violência física e psicológica. Os casos foram registrados principalmente pelo Disque 100, um serviço de denúncias contra violações dos direitos humanos.
"Justamente para que no momento em que a pessoa faz a denúncia, ela seja recebida com todo o respeito e exista uma investigação. Nós identificamos também que as circunstâncias de impunidade também no caso dos crimes de caráter homofóbico contribuem para a continuidade dessa violência", diz a ministra da Secretaria de Direitos Humanos Maria do Rosário.
A maior parte das agressões aconteceu dentro de casa. E mais: são as mães quem mais agridem os filhos por serem gays. A professora universitária Edith Modesto sabe há 20 anos que seu caçula é homossexual. E há 15 comanda uma instituição para reaproximar pais e mães de seus filhos gays.
"Para uma mãe é muito difícil. Falou homossexual hoje em dia a maioria das pessoas já aceita, como filho do vizinho. Mas filho da própria pessoa ainda é difícil", diz Edith Modesto, presidente do Grupo de Pais de Homossexuais.
Ela diz que muitos filhos têm medo de como os pais vão reagir. "Uma vez, um deles me falou e eu nunca mais me esqueci. Ele falou 'Edith, para o meu maior amigo eu já contei, porque se eu perder o meu amigo, eu posso arrumar outro. Mas se a mãe não me quiser mais, como eu vou fazer?'", conta Edith.
Para Felipe, que trabalha no grupo como voluntário, o mais difícil foi contar para a mãe. "Eu tinha medo de falar, mas 'eu acho que ela vai agir diferente, acho que não vai ser assim'", conta o estudante Felipe Santos Mário.
Mas foi. "Tivemos um desentendimento, ela me bateu e aí dois dias ou um dia depois eu saí de casa. Ela falou: 'olha, eu não quero mais você aqui porque não dá, você não muda e eu não aceito. Meu filho pra mim morreu quando você falou que era homossexual'", lembra Felipe.
O Fantástico abriu um canal exclusivo para ouvir histórias de homofobia. Foram 50 relatos em apenas 24 horas. São casos de humilhações, ameaças e agressões contra filhos, netos e irmãos.
"Durante três ou quatro anos foram violências constantes. Surras, meu pai me jogava no chão e batia com os dois pés em cima de mim. Meu pai falava que ia orar para Deus para Deus me matar, para Deus me levar porque ele não queria ter filho homossexual", relata um homossexual.
"Ele chegou em casa e começou a me agredir. Disse que eu pagarei tudo que eu faço, ele me ameaçou, ele disse que eu morrerei de câncer pelas coisas que faço", diz outra.
A violência não é sempre física. Mas o sofrimento é indisfarçável. "Eu vejo meus primos crescendo, meus primos levando as suas respectivas namoradas para um encontro de família e eu não poder levar a minha. Isso é muito triste para mim porque é uma discriminação na minha família", reclama mais uma.
A jovem que gravou esse depoimento também não quis mostrar o rosto. "Eu queria ter amigos na minha casa, é uma coisa que eu não tenho. Eu convivo com os meus avós desde que eu nasci e hoje, depois que eles descobriram que eu sou homossexual, não existe mais paz na minha casa, não existe mais diálogo. Eu vivo com dois estranhos. Eu não escolhi ser assim, eu simplesmente sou assim. A única coisa que eu queria pedir para eles é que eles me respeitassem".
N.N
As novas decisões praticar.....
PARA A GLOBO SÓ
CRIANÇA BRANCA CRESCE
Não, a Globo não é racista !
O amigo navegante Walter Ferreira recomendou um importante questionamento da blogueira Ericka Guimarães: porque a revista Crescer, da Editora Globo, não coloca crianças negras na capa?
A CRESCER E SUAS CRIANÇAS BRANCAS
Mãe não é só quem põe no mundo, é quem cria, quem brinca, quem canta, quem paga pelo Netflix e vê mais a Galinha Pintadinha e a Dora do que os próprios filmes e seriados, que tira onda com as descobertas do filhote e também quem entende nada do assunto e tenta aprender um pouquinho sobre esse universo nas revistas.
E foi assim que eu abri a revista Crescer pela primeira vez. Com curiosidade de mãe, de jornalista e de revisteira. Eis que lá pelo 3º mês de acompanhamento eu me perguntei: isso é revista de europeu? cadê as crianças negras? Achei que era implicância minha, então fui atrás das capas. Separei as de junho de 2011 até junho de 2012 (estão fora de ordem cronológica, o que não vai afetar a análise). Acompanhem-me:
Para ver todas as imagens, clique aqui
E aí que eu me senti bastante incomodada com isso de só ter crianças brancas na capa de revista em um ano inteiro. Mandei um email bem civilizado pra eles no início junho, assim que comprei a revista do mês.
Olá, bom dia!
Acompanho a revista Crescer há um ano e desde a edição de julho do ano passado percebi que vocês não colocaram nenhuma criança negra, parda ou com traços asiáticos, ou mesmo crianças brancas com cabelos crespos na capa. Entrando no site percebi, ainda, que pelo menos, desde outubro de 2010 só há crianças brancas (e a maioria de olhos claros!). Talvez seja uma situação que acontece há muito mais tempo, mas o site dá erro nas páginas anteriores a essa data. Há alguma restrição editorial sobre isso? Como mãe e jornalista fico bastante incomodada com essa situação. Gostaria de deixar bem claro que não tenho preconceitos com crianças brancas e/ou dos olhos azuis, mas creio que uma revista deve reproduzir características e comportamentos do país em que ela circula. As crianças mostradas nas capas são maioria na publicação, mas não no Brasil. Numa época em que a gente ensina os nossos filhos que eles não devem julgar pessoas pela cor da pele, vocês simplesmente ignoram que no Brasil existem crianças de várias “cores” e que todas elas são igualmente lindas para ser capa da Crescer. Cadê a diversidade?
Aguardo resposta.
Atenciosamente,
Ericka Guimarães
A resposta da revista está abaixo:
A CRESCER E SUAS CRIANÇAS BRANCAS – PARTE II
Primeiramente, gostaria de agradecer tooodo mundo que leu o post anterior, que curtiu, que comentou, que compartilhou e que deu aquele RT maroto para os seus coleguinhas. Fico muito feliz em saber que muita gente se incomodou com a postura de Crescer em só colocar crianças brancas nas capas de suas publicações. Quem pegou o bonde andando pode ler o primeiro post.
Pois bem, eis que a Crescer me (nos) ouviu e respondeu o meu email:
Ericka,
tudo bem? Vimos seu post no seu blog, que acompanhamos.
Primeiro gostaríamos de pedir desculpas por tê-la deixado sem resposta, ainda não conseguimos localizar seu e-mail aqui para saber o que aconteceu, já que costumamos sempre falar com nossos leitores.
De fato, faz algum tempo que não temos capas com crianças negras, mas costumamos fazer muitas fotos com crianças de todas as raças em nossas reportagens, como você pode ver em todas as edições da Crescer.
Esperamos continuar tendo você como leitora.
Obrigada,
Daniela
Essa foi a minha resposta:
Olá, Daniela.
Infelizmente a sua resposta foi muito pequena e vaga diante do meu questionamento. Em quase dois anos vocês não colocaram crianças negras na capa da publicação de vocês. Isso não é normal! E já que você falou que vocês colocam crianças de todas as raças nas imagens das reportagens, eu resolvi conferir e contar. Peguei como exemplo a edição de julho de 2012 e olha só (não entraram na contagem as fotos de depoimentos pessoais dos leitores e publicidade):
Crescer – Julho 2012
1 criança negra (acompanhada de 1 adulto negro)
35 crianças brancas
(exceção: reportagem sobre o novo programa do Marcelo Tas, com 11 crianças, sendo 2 negras e talvez uma crianças com traços asiáticos)
Total: 3 crianças negras e 43 crianças brancas e um possível descendente de asiáticos.
(talvez em tenha contado alguma crianças mais de uma vez, mas deu pra ter uma idéia do que eu quis dizer)
Daniela, esse texto tomou uma proporção que nem eu imaginava.
De acordo com a contagem do Blogger, foram, até agora, 344 visualizações, além das várias curtidas e compartilhadas via Facebook. Sugiro que você dê uma olhada nos comentários do post. Você vai ver que a sua resposta nada esclarece. (atualização da madrugada: passou das 1600!)
A Crescer é um veículo de comunicação respeitado entre as mães e não pode fingir que essa ausência é mera obra do acaso. Vocês estão moldando as leitoras, inconscientemente, a pensar que os filhos delas só serão bonitos o suficiente para aparecer na capa da publicação se forem brancos de olho claro. E eu já vi esse tipo de comentário no próprio site da revista, uma mãe estava questionando o que ela deveria fazer para que a filha dela fosse capa da revista e ela escreve: Como faço para minha filha ser capa da Crescer? Ela tem pele clara… (e o resto eu não me lembro). Esse é o critério de seleção? Não deveria!
O que já aconteceu, ou o que já foi publicado, não pode ser mudado. Mas é sempre tempo de se mudar de postura. E quanto a mim, vão precisar se esforçar um pouco mais para me fazer comprar a revista novamente.
É isso, gente. Pode parecer pouca coisa, mas eu realmente quero viver num mundo em que as pessoas (e crianças!) não sejam julgadas como superiores ou inferiores, como bonitas ou feias, baseadas na cor da pele. Na verdade esse julgamento não deveria existir, já que ninguém é melhor que ninguém e beleza é questão de gosto. Enfim, eu quero que a diversidade seja respeitada.
Em tempo: este post é uma singela homenagem a Ali Khamel: não, a Globo não é racista !
Exibições: 857
Tags: discriminação, estereótipo, preconceito, racismo
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A história do racismo no futebol brasileiro
MARIO FILHO (1918-1966)
A história do racismo no futebol brasileiro
Por Julio Ribeiro Xavier em 10/04/2012 na edição 689
O Negro no Futebol Brasileiro, de Mario Filho, 342 pp., Editora Mauad X, 1947
Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país-sede em 2014, é sempre bom lembrar a trajetória da nossa “paixão nacional”. E ninguém melhor do que o jornalista e escritor Mario Filho para abordar o assunto. Mario Filho nasceu em Pernambuco, viveu no Rio e trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo. Depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966. A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil. Mario Filho tratou do assunto em 1947. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava aqui e no exterior que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.
Nos primórdios, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses que aqui chegaram, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas aquibancadas eram raridade. Era o Brasil onde o futebol tinha um sentido aristocrático. Era “coisa de bacana”.
Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”.
Cínico e hipócrita
Era a política do Estado brasileiro, em relação àsua população negra, alcançando o futebol. O primeiro herói mulato do futebol brasileiro foi um atacante de cabelos crespos, filho de pai alemão e mãe negra. Friedenreich, do Paulistano (SP), se tornou ídolo em 1919, depois de fazer um gol contra o Uruguai. “O povo descobria, de repente, que o futebol deveria ser de todas as cores, futebol sem classe, tudo misturado, bem brasileiro,” escreveu Mario Filho.
O livro aborda a inovação da equipe de futebol do Clube Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, que era oriundo da Segunda Divisão e que, utilizando um time formado por brancos, negros e mulatos, conquistou o título da Primeira Divisão do campeonato carioca enfrentando equipes formadas apenas por brancos. Mas Mario Filho lembra um comentário de um dirigente vascaíno da época: “Entre um preto e um branco, os dois jogando a mesma coisa, o Vasco fica com o branco. O preto é para a necessidade, para ajudar o Vasco a vencer.”
Mario Filho foi mais além ao lembrar o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”
Ao escrever um livro dedicado a abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mario Filho conhecia bem o campo em que estava pisando. O campo do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e que faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.
***
[Julio Ribeiro Xavier é historiador, Pelotas, RS]
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_histori...
Fonte: Matizes
A 8ª Semana do Orgulho de Ser de Teresina acontece entre os dias 26 a 31 de Agosto. O tema escolhido para nortear os debates da Semana é “Saúde e Diversidade: Múltiplos Olhares" . Já a 11ª Parada da Diversidade ocorrerá no dia 1º de setembro, sábado, encerrando a 8ª Semana do Orgulho de Ser.
É o Grupo Matizes, uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo a defesa dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, quem realiza anualmente a Semana do Orgulho de Ser em Teresina, bem como a Parada da Diversidade. A 8ª Semana do Orgulho de Ser contará com uma extensa programação, desde debates de mostra de filmes, até shows artísticos e musicais, antecedendo à 11ª Parada da Diversidade, prevista a ocorrer no dia 1º de setembro de 2012, a partir de 17 horas, na Avenida Raul Lopes, zona leste de Teresina.
ESCOLA E HOMOFOBIA: A Fundação Perseu Abramo em parceira com a Fundação Rosa Luxemburgo Stiftung realizou estudo em 150 municípios brasileiros, abrangendo todas regiões do país e constatou: o espaço escolar pode ser ambiente favorável para superação da homofobia. Para refletir sobre o assunto na Semana do Orgulho de Ser, a mesa-redonda “Homossexualidade na sala de aula” discutirá mecanismos de enfrentamento ao preconceito e à discriminação na escola
SAÚDE: O estigma e o preconceito são fatores impulsionadores para o processo de adoecimento da população lgbt. O resultado dessa situação aponta que, se comparado com pessoas heterossexuais, gays e lésbicas procuram menos os serviços de saúde. Travestis e transexuais também vivenciam a exclusão do acesso integral ao direito à saúde. A Oficina “Atenção à saúde para travestis, transexuais e gays” debaterá com profissionais da área médica sobre tratamento respeitoso e igualitário para lgbts no sistema de saúde.
RELIGIÃO: Uma das atividades da 8ª Semana do Orgulho de Ser que vai desconstruir visões simplistas e equivocadas do discurso fundamentalista religioso será a palestra “Saúde espiritual da pessoa lgbt através da inclusão”. O palestrante Paulo Steckel (RS) – coordenador geral do Movimento Espiritualidade Inclusiva – refletirá sobre o papel das religiões inclusivas como fonte de promoção do respeito, do acolhimento e do diálogo fraterno e amoroso com a diversidade sexual.
(Confira abaixo a programação completa)
O vice-presidente do grupo Matizes, Herbert Medeiros, adiantou que nesse ano uma das novidades do evento será a realização do torneio da diversidade. "A proposta é promover competições esportivas com participantes de várias minorias", alertou.
As instituições públicas de Ensino Superior são parceiras do Matizes na realização do evento. Diversas palestras serão ministradas em salas da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), nos campi Clóvis Moura e Torquato Neto. A Universidade Federal do Piauí (UFPI) também sediará várias atividades, entre elas, a “6ª Semana Universitária do Amor de Iguais”.
Todas as atividades da Semana do Orgulho de Ser são gratuitas e não é necessário fazer inscrição prévia. Qualquer pessoa interessada no tema da diversidade sexual pode participar.
A Parada da Diversidade tem o objetivo de dialogar com a sociedade piauiense e os entes públicos sobre os direitos da população LGBT e a importância da efetivação destes para a construção de uma sociedade justa e igualitária. É de grande importância
MADRINHA E PADRINHO DA PARADA
A Parada da Diversidade deste ano já tem seus padrinhos: a jornalista Nayara Felizardo (à esquerda) e o professor Solimar Oliveira ( à direita), escolhidos pelos internautas.
Os novos padrinhos serão homenageados por suas atuações junto ao segmento LGBT no Piauí. Segundo levantamento do Matizes, Nayara é a repórter que mais escreveu matérias sobre os direitos LGBT no Piauí, em 2011. Já o professor Solimar Oliveira é um dos fundadores do Grupo Matizes e, constantemente, aborda questões relativas à diversidade sexual em seus estudos.
O concurso de madrinha e padrinho da Parada da Diversidade acontece desde 2008. O Grupo Matizes pré-seleciona os candidatos tendo como critério a contribuição dada, por meio de suas áreas de atuação, para incentivar o respeito à diversidade. A decisão final fica com os internautas, que definem quem serão os homenageados.
PROGRAMAÇÃO DA 8ª SEMANA DO ORGULHO DE SER
ATIVIDADES CULTURAIS E ESPORTIVAS:
25 de agosto
14h – Torneio de Futsal feminino - Quadra do Liceu Piauiense
16h – Carangayjada - com Grupo Excitação - Local: Barão do Caranguejo (Av. Barão de Gurgueia, 980)
26 de agosto
16h - 2ª CÃOminhada em defesa dos animais - Ponte Estaiada
27 de agosto
9h - Exibição do filme "O menino peixe", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
12h - Exibição do filme "Plata queimada" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
15h - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
18h30min – Exibição do filme: "O Padre" - seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/ UESPI
28 de agosto
12h - Exibição do filme "Do começo ao fim" - Sala Torquato Neto(Clube dos Diários)
15h Vídeo: Orações para Bob - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
29 de agosto
12h - Exibição do filme "Oraçoes para Bob" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
19h – Show Boca da Noite “O mar de Teresina fica no céu da boca das meninas” (homenagem das lésbicas e mulheres bissexuais aos 160 anos de Teresina) - Local: Espaço Osório Jr.
30 de agosto
9h - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
12h - Exibição do filme "Sebastiane" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
15h - Exibição do filme "O diário secreto de Anne Lister",seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
18h30min - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
31 de agosto
12h - Exibição do filme "Strella" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
18h30min - Coral UESPI apresenta: musical gonzaguiano – 100 do Rei do Baião - Regência: Profa. Maria Cláudia Anjos e Tenório – Teatro de Arena - Campus Clóvis Moura - UESPI
1º de setembro
17h - 11ª PARADA DA DIVERSIDADE - Av. Raul Lopes
19h - SHOW DA DIVERSIDADE - Local: Ponte Estaiada
DEBATES/PALESTRAS E OFICINAS
27 de agosto
9h - Mesa redonda: Falando de homossexualidade na sala de aula –Prof. Dr. Francisco Junior (UFPI); Profª MsC Adélia Dalva Oliveira (NOVAFAPI) e Profª Msc. Consolação Pitanga (Novafapi) – Faculdade Novafapi
16h - Palestra: A legalização da união homoafetiva: reflexões - Thaynara Marwell de Oliveira Riedel (Graduanda do Curso de Bacharelado em Direito- CEUT) - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
18h - Roda de diálogos – Atenção à saúde para travestis e transexuais - Facilitador: Cordeiro Filho (médico Urologista)- Faculdade Novafapi
18h30min – Mesa-redonda: Os homossexuais e a nova cara da AIDS – Auditório do CEUT
28 de agosto
9h –Mesa-redonda: Homossexuais e o ensino de saúde - Profª MsC. Susane Castro (Novafapi) e Profª MsC. Francisca Cecília V. Rocha (Novafapi) - Faculdade Novafapi
16h - Palestra: Homofobia e políticas públicas - Karol Jerfesson Alves de Sousa - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/ UESPI
18h30min- Palestra - Reflexões sobre orientação sexual e identidade de gênero não-hegemônicos: o papel da(o) Assistente Social na defesa de direitos humanos da população LGBT - Profª MsC. Marylucia Mesquita (CFESS) - Auditório da Faculdade Santo Agostinho
20h - Palestra: Saúde espiritual da pessoa LGBT através da Inclusão – Paulo Steckel (Coordenador Geral do Movimento Espiritualidade Inclusiva) - Auditório da Faculdade Santo Agostinho
29 de agosto
9h - Mesa Coordenada: Bullying no contexto universitário -Palestrantes: Mariane de Lira Siqueira - Psicóloga UESPI/ PREX e Yara Barroso Nascimento - Assistente Social UESPI/ PREX – Laboratório de Artes da UESPI – Campus Torquato Neto
16h - Palestra: Genêro, sexo e sexualidade - Profª. Msc. Carla Daniela Alves Rodrigues - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
30 de agosto
8h - Seminário de formação: Respeito à diversidade faz bem à cidadania – Público-alvo: servidores dos CREAS de Teresina – Local: Auditório da SEMTCAS
16h - Palestra: Múltiplos olhares sobre a família - Profª Msc. Marcia Adriana Lima de Oliveira - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
31 de agosto
9h - Palestra: Direitos reprodutivos, aborto e Igreja Católica - Valéria Melki (Católicas pelo Direito de Decidir) - Campus Torquato Neto/UESPI
16h - Palestra: Saúde e diversidade - Karinna Alves Amorim de Sousa - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
Assinar:
Postagens (Atom)



